08 março 2009

Breakfast at Tiffany's, Blake Edwards,1961


De facto, o que está escrito no cartaz diz tudo :entertainment delight. Quando passamos 1 hora e 50 minutos em frente a um filme que nos faz sentir exactamente da mesma maneira durante todo o tempo, dificilmente lhe damos uma boa classificação. É, ainda assim, uma inspiração para todas as comédias românticas posteriores, bastante leves como esta.


É a história de uma mulher bonita que viveu como uma campónia até aos 14 anos e que num dia pôs numa trouxa todos os seus bens pessoais, fugindo daquela realidade rumo a Nova Iorque. E claro, deslumbrada pelo dinheiro fácil da prostituição, vive aparentemente como uma mulher da alta, sem restrições a gastos com roupa e jóias. O seu gatinho a sua companhia mais fiel, com quem pode sempre contar para os seus desabafos, e a Tiffany's o seu local eleito para quando põe em causa a sua escolha - a confort zone.


Obvio que a única coisa que a faria trocar essa mesma vida de "boneca de luxo", e reflectir sobre o que realmente importa, seria o amor. Neste caso, um amor por um homem também sustentado por uma mulher casada, em troca de umas noites de sexo.


Superficial e sem-saborão, são as palavras mais adequadas para o que senti ao ver o Breakfast at Tiffanys.


É este o meu primeiro "Não gostei, foi uma perda de tempo"

Sem comentários:

Enviar um comentário